Após passar por Xcalypso cantora lança EP com assinatura de Rick Bonadio

A cantora Thabata é a nova aposta do Midas Music
A cantora Thabata demonstra a sua veia artística desde a infância, quando aos nove anos foi morar no circo e começou a se apresentar cantando, do pop ao sertanejo.
Mais madura, percebeu que o seu timbre combinava muito com o axé, e passou por algumas bandas do gênero, até ser convidada para assumir a banda Xcalypso, que nasceu após a saída de Joelma da banda Calypso. Poucos meses depois, a cantora desistiu do projeto, e por pouco, da música. Esse “por pouco” fica por conta de o destino ter colocado Rick Bonadio a assistir a live de Thabata e encontrar nela a voz que enxergava em seu projeto da mescla dos gêneros já citados de modo requintado.
A nova história começou quando Thabata resolveu pela primeira vez fazer uma live em rede social cantando. Ela andava desacreditada da música e passou três anos em introversão depois da experiência de substituir a cantora Joelma na formação renovada, ao lado de Ximbinha, no Xcalypso, durante três meses. O produtor e diretor musical assistiu a transmissão da cantora, e  entrou em contato. Eles se falaram e um ano depois, o que Thabata se refere como “presente de Deus” sai em forma de quatro músicas, que ganhou uma pluralidade de gêneros, remetendo ao Norte e Nordeste do país, de guitarrada a cúmbia e merengue, que eles inventaram de certo modo um gênero novo na música.
“Credo, que Delícia” abre a porta com tudo o que tem direito – referência às guitarradas do Pará, ao calypso (gênero), ao tecnomelody, sintetizador e urgência na letra: “Tô cansada de me ver/No seu TBT/Você é meu passado/Não tô nem aí pra você/(...)O mundo dá mil voltas/Posso me arrepender”.

(foto: divulgação)

O timbre imponente de Thabata sobressai em “Fim da Solidão”, onde o tecnomelody fica explícito na riqueza de componentes que o formam – algo como carimbó encontra maxixe e merengue em uma festa regada a Jovem Guarda.
O trabalho viaja ainda mais na latinidade em “Sessão Privê”, com violão quase flamenco e os ingredientes todos já citados, dosagem alta de Reggaeton e pé na tábua em cúmbia e merengue. Calma que ainda falta “Chicletim”, que faz um mexidão de tudo com tempero de axé e lambada entre efeitos eletrônicos.

FONTE: #SUAMUSICA

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